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JN. Rede de Informação.
  1. As escolas foram surpreendidas, esta semana, com o anúncio de cortes entre os 14 e 25% dos seus orçamentos. A denúncia foi feita esta quinta-feira, no Parlamento, pelo BE. O Ministério anunciou horas depois que foi um erro que não será cumprido.
  2. A maior federação de pais em França - Federação dos Conselhos de Pais e Alunos (FCPE) - pede ao Governo apoio através de uma licença para acompanhar os filhos - na prevenção da ???????covid-19 -, abertura de espaços públicos como locais alternativos para as aulas e mais recursos para as escolas. O movimento é copresidido pela portuguesa Carla Dugault.
  3. O Município de Alijó vai celebrar o Dia Mundial da Criança, a 1 de junho, de forma online, com a cantora Rita Redshoes.
  4. O ministro dos Negócios Estrangeiros português e o ministro da Educação luxemburguês anunciaram esta quarta-feira, através de comunicado, um pacto entre os dois países, que se vai refletir no apoio de Portugal ao Luxemburgo, com 15 professores da rede de ensino da língua portuguesa no estrangeiro a intervir nas escolas fundamentais luxemburguesas.
  5. Exames da segunda fase do Secundário vão atrasar início do ano letivo. Escolas aguardam orientações da tutela para planear eventuais alternativas.
  6. Haverá um grupo de perguntas obrigatórias e quanto às restantes, todas terão a mesma cotação e contará para a nota final dos exames aquelas em que os alunos conseguirem melhor pontuação - é a solução do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) para minimizar as desigualdades na preparação dos alunos por causa dos efeitos da pandemia.
  7. A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) considerou esta sexta-feira que o regresso às escolas no 11.º e 12.º anos pode criar "um quadro de maior desigualdade para quem vai fazer exames" por existirem alunos com "condições diferentes".
  8. Propinas a mais e aulas a menos. Os estudantes das universidades e politécnicos continuam a pagar o mesmo valor de propinas do período anterior à pandemia, apesar de o Governo ter decretado que a propina deve ser reduzida nos estabelecimentos de ensino que não assegurem a totalidade das aulas.
  9. Mais de metade dos professores (56%) não conseguem contactar todos os alunos através do ensino à distância, revelou um questionário promovido pela Federação Nacional de Professores. O líder, Mário Nogueira, acredita que as escolas vão ter de aumentar contratações e que os docentes afastados dos concursos e do ensino "estarão disponíveis para regressar", tal como aconteceu com os médicos.

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