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JN. Rede de Informação.
  1. A redução do número máximo de alunos por turma para o nível de 2013, vai custar 83,5 milhões de euros, quando for alargada a todos os anos da escolaridade obrigatória, indica um estudo pedido pelo Ministério da Educação.
  2. O ministro da Educação teve alta hospitalar esta sexta-feira, depois de quatro dias de internamento, ficando com a agenda da próxima semana condicionada por indicação médica, disse à Lusa fonte oficial.
  3. "Justiça" e "não ao apagão" foram algumas das palavras de ordem gritadas pelos milhares de professores que se concentraram em frente à Assembleia da República, esta quarta-feira, dia de greve nacional dos docentes.
  4. A diretora-geral da Unesco para a Educação defendeu que o ensino não deve ser mudado para se adaptar de acordo com os contextos que vigoram, mas ter a capacidade de formar pessoas que possam inovar e mudar o mundo.
  5. A Inspeção-Geral de Educação e Ciência abriu um inquérito para apurar a existência de irregularidades no processo de matrículas, na sequência de notícias sobre o uso de moradas falsas para conseguir vagas nas escolas.
  6. Em entrevista ao JN, David Justino, presidente do Conselho Nacional de Educação, defende que as escolas que inflacionam as notas deviam ser penalizadas.
  7. O projeto "Code Mode" é uma iniciativa do Centro Infantil da Santa Casa do Peso da Régua. Tem como principal objetivo estimular o gosto das crianças pela matemática e ciências através da programação de robôs.
  8. A greve de professores encerrou centenas de escolas por todo o país, nomeadamente do primeiro ciclo e jardins de infância, e anulou centenas de reuniões previstas, disse o secretário-geral da Federação Nacional da Educação.
  9. A Federação Nacional dos Professores afirmou que estão a ser "cometidas ilegalidades" em várias escolas no que diz respeito às convocatórias de professores para assegurar os serviços mínimos em dia de greve.