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JN. Rede de Informação.
  1. A dívida pública atingiu em março 126,4% do Produto Interno Bruto (PIB), acima do valor de dezembro de 2017, segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP), esta terça-feira.
  2. O número de desempregados inscritos nos centros de emprego baixou 16,6% em abril, face a igual mês de 2017, para 376.014 pessoas, caindo 4,4% face ao mês anterior, segundo dados divulgados pelo IEFP, esta segunda-feira.
  3. Portugal registou um défice nas contas externas de 78 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, pior do que no mesmo período de 2017, divulgou o Banco de Portugal (BdP), esta segunda-feira.
  4. Mesmo que a economia tropece em 2018 e cresça, não os 2,3% esperados pelo Governo, mas mais em linha com os 2,1% registados neste primeiro trimestre do ano, a generalidade dos pensionistas vai ter um aumento em 2019. E para as cerca de 2,9 milhões de pensões (80% do total) cujo valor é inferior a 857 euros (dois indexantes de Apoios Sociais), aquele aumento será real.
  5. O presidente do grupo sul-coreano LG, Koo Bon-moo, morreu aos 73 anos depois de vários dias hospitalizado em estado grave.
  6. Os trabalhadores da Soflusa, empresa de transporte fluvial que liga Barreiro e Lisboa, vão estar em greve a 12 de junho, reivindicando desenvolvimentos na revisão do Acordo de Empresa.
  7. O primeiro-ministro anunciou esta sexta-feira a intenção do Governo de baixar substancialmente o IRC para empresas instaladas no interior do país, podendo atingir uma "coleta zero" em função do número de postos de trabalho criados.
  8. A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) concluiu que "não se justifica" financiar prestadores para o serviço universal de comunicações, que inclui o serviço fixo de telefone, cabines e listas telefónicas, prestado atualmente pela Nos e Meo.
  9. Portugal caiu uma posição no "ranking" europeu no domínio digital, ocupando agora o 16.º lugar entre os 28 Estados-membros da UE, apesar dos progressos no domínio do capital humano, revela o relatório anual divulgado pela Comissão Europeia.
  10. O presidente do Lloyds Bank, António Horta Osório, considera de "elementar justiça" a divulgação de grandes créditos em incumprimento nos bancos ajudados pelo Estado, vincando que deveriam ter sido os acionistas a suportar tais perdas.