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A procura por um “el dourado”, 

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que nos últimos anos ganhou tons de prata e que agora já está a perder o bronze.

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O cenário repete-se diariamente, portugueses recém-licenciados, casais com filhos, homens e mulheres de meia-idade chegam a Angola para trabalhar em diversas áreas, com especial destaque na construção civil, engenharia, consultoria e ambiente.

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Estima-se que existam cerca de 200 mil portugueses a viver e a trabalhar neste país.

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No início do fluxo de emigração, no ano 2000, um engenheiro podia ganhar cerca de 10.000€/mês, nos últimos 3 anos a decadência foi tal que um profissional desta área não chega aos 3.000€ mensais.  

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O orçamento que tinha como base a receita alcançada com a venda do petróleo já está reduzido praticamente para metade. Devido à cotação internacional do petróleo, que caiu para metade em apenas seis meses. Causa essa que originou a CRISE ANGOLANA.

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Rede Social Portugal-Angola

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IMPACTO DA CRISE ANGOLANA

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A crise provocada pela queda da cotação internacional do petróleo, teve impacto na vida de muitos portugueses emigrados, tais como: dificuldades em enviar dinheiro para os bancos portugueses, falta de acesso a divisas, a existência de poucos dólares a circular no mercado Angolano e a TAP que deixou de aceitar Kwanzas (moeda) para o pagamento entre viagens.

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A juntar a esta situação, as transferências para pagar as importações ficam isentas, enquanto o envio de salários vai passar a ser taxado.  Assim como as transferências cambiais para fora do país vão passar a pagar um imposto especial ainda este ano, que poderá situar-se entre 15% e 18%.

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‘Angola representa 38% do mercado internacional da construção civil portuguesa’

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Existem mais de 2 mil trabalhadores com salários em atraso de dois e três meses. Ainda assim, a associação que representa os construtores acredita que é uma situação que vai necessitar de alguns ajustamentos mas que é passageira, as empresas é que têm de continuar a apostar no país.

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Cerca de 80% dos portugueses que quer emigrar legalmente para fora da Europa, seja por estarem desempregados como à procura do primeiro emprego, continuam a escolher Angola como país de eleição. Nomeadamente na área da construção civil à procura de parcerias e/ou de novas oportunidades de investimento.

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Um olhar sobre Luanda...  

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